domingo, 25 de agosto de 2013

A IMPORTÂNCIA DA EAD

por Ivania

A EAD para o nosso mundo globalizado é de suma importância, porque geralmente as pessoas estão com o seu tempo cada vez menor, e no momento que se não "perde tempo" no trânsito indo aos lugares para se estudar que nem em todas as cidades  é tão fácil de se chegar, a EAD veio revolucionar as formas de se aprender, estudar, utilizando-se das tecnologias.



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Cristiane Débora



Esse trabalho foi feito em dupla por Cristiane Débora Dias e Ivânia Aparecida Fogel por causa da disciplina EAD do curso de Licenciatura em Pedagogia UERJ/CEDERJ. A proposta é mostrar com textos, imagens e vídeos o paradigma da educação tradicional na Educação a distância. Aprendemos muito com a construção do blog.




quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Alguns links de vídeos sobre EAD interessante

www.youtube.com/watch?v=pg-dpgoz9dU

EaD - EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - YouTube

http://www.youtube.com/watch?v=paYJHFZfju8

Perfil do aluno EAD - YouTube


www.youtube.com/watch?v=mItFjZBM-rU

AS NOVAS TECNOLOGIAS E AS NOSSAS ESCOLAS





Os nossos alunos na era tecnológica ficam desesperados com os paradigmas existentes que muitas escolas e professores ainda insistem em aplicar, achando que o método tradicional de quadro giz e carteiras, só porque funcionava nos tempo que aprenderam, acham que são ainda detentores do conhecimento e ignoram o mundo moderno criando desmotivação aos nossos discentes.
Alguns paradigmas da educação tradicional versus virtual

É tanta novidade saindo dos fornos da tecnologia que a gente fica até tonto! Esta pode ser a expressão mais comum hoje em dia dos profissionais de TI, quer sejam professores, administradores de empresas, gerentes de instituições públicas ou privadas, profissionais de instituições universitárias e tantas outras organizações. Começamos a utilizar novos modelos de aprendizagem todos os dias.
Cada vez mais estamos nos aperfeiçoando através de cursos à distância utilizando recursos que nos transportam para uma aprendizagem multifacetada, mas ao mesmo tempo ligados por diferentes ferramentas de comunicação e informação disponíveis nos mercados eletrônicos. Entender as novas tecnologias e utilizá-las para nossa aprendizagem é vital para um mundo em constante transformação não só de equipamentos, mas também de métodos. Para demonstrar estas diferenças podemos citar seis paradigmas principais:
1. PARADIGMA DO PROFESSOR PARA TODOS X PROFESSOR SÓ PARA MIM
Esta é a impressão que causa quando estamos estudando em sistemas à distância e solicitamos a ajuda do professor-tutor que está presente na maioria das ferramentas de educação corporativa e a distância. Na educação tradicional, um único professor tem que dar atenção a muitos alunos ao mesmo tempo e quase sempre o aluno perde a oportunidade de ver nossa inquietação pela aprendizagem ser devidamente atendida.
Na nova metodologia para uma educação global temos um único professor o tempo todo só para nós, claro que virtualmente e a impressão que causa é que ele está ali só por nossa causa, mas na verdade está atendendo um número bem maior que no modelo presencial.
2. APRENDIZAGEM SUPERVISIONADA POR UM PROFESSOR X MUITOS FACILITADORES
Na modalidade presencial quase sempre aprendemos algo através da supervisão de um profissional da educação. No modelo virtual nem sempre a presença do professor é encontrada e temos que resolver problemas ou entender significados, única e exclusivamente contando com a nossa experiência. Neste caso aprendemos rapidamente que temos que contar com nós mesmos para compreender os sistemas, quase sempre, complexos de nosso dia a dia na empresa, em casa e com as outras pessoas. O importante é como percebemos que somos capazes de aprender apenas com nossas experiências passadas diante de novos desafios. Não temos a figura de um professor, mas de vários professores que estão disponíveis nos cursos à distância e temos ainda a contribuição de todos os colegas que buscam em geral ajudar uns aos outros, como forma de buscar e dar informações. Todos somos aprendizes e facilitadores ao mesmo tempo na teia do ensino e da aprendizagem virtual.
3. O ESPAÇO DA DECISÃO É UNIDIMENSIONAL x MULTIDISCIPLINARIDADE
Este talvez seja o maior impacto dentre os paradigmas encontrados. Quando resolvemos os problemas propostos da educação tradicional, quase sempre temos o aval do professor e as discussões não relevam outros aspectos que não sejam aqueles vivenciados pelos alunos em seus habitats naturais de aprendizados. Na modalidade virtual encontramos outras tecnologias auxiliando e contribuindo para nosso escopo de compreensão do problema e da multidisciplinaridade das respostas. Num mundo virtual misturamos raças, credos, diferentes estágios do conhecimento e diferentes graus de educação se divergindo e convergindo o tempo todo remodelando resultados, e transfigurando a realidade objetiva para alternativas subjetivas de respostas num universo de respostas possíveis. Em outras palavras, estamos trabalhando num espaço multidimensional onde evoluímos quando conseguimos entender e compreender os enunciados através de nossas próprias compreensões do mundo que conhecemos e do mundo novo que buscamos conhecer. Nem sempre as respostas são as esperadas, mas olhando para as respostas de nossos colegas de turma e curso pode-se verificar que estamos criando novos espaços de aprendizagem misturando outros contextos e experiências. É impressionante quando mudamos o foco da análise, como aquele que vemos num filme o cenário visto pelo olhar da mosca. Conhecer outras realidades e resolver problemas em outras superfícies do conhecimento pode ser bastante surpreendente para não dizer fascinante.
4. O ALUNO RECEPTOR X O ALUNO AGENTE DA APRENDIZAGEM
Este é o maior desafio das novas tecnologias considerado por muitos como o Paradigma da Grande Transformação. O “pulo do gato”, como se costumou dizer, é fazer o aluno passar de espectador para agente transformador. No ensino tradicional a aprendizagem tradicional possui uma carga muito grande da compreensão de mundo e das coisas do professor repassados para o aluno através da admiração, do respeito, e do mistério que envolve os seres envolvidos: aluno e professor. No mundo da virtualidade não existem outros aspectos da aprendizagem que não seja a frase ou figura fria na página da Internet, de um texto que pode ser interpretado de diferentes maneiras. Se no ensino tradicional o olhar do professor, a entonação da voz, os gestos que compõem o conteúdo exposto, no ensino à distância existem outros aspectos que fortalecem ou não o entendimento do que quer se passar. O aluno busca através de outras mídias como áudio, vídeo, celular, onde ouvir, assistir, ou escutar o que se pretende embasar, fortalecer, se fazer compreender. Muito se fala que o aluno deve ser o agente de seu aprendizado, mas não existem fórmulas prontas para este entendimento. Vamos errando aqui e ali até aprender a aprender e isso pode levar toda uma vida, ou aprendemos a utilizar as ferramentas que não se cansam de inovar nosso dia a dia. Temos as rédeas de nossa educação em nossas mãos, temos apenas que aprender a domar o “potro” que insiste em mudar de forma o tempo todo.
5. EXPERIÊNCIA DO PROFESSOR x TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS ALUNOS
Este pode ser o principal argumento da procura dos cursos à distância hoje em dia no mundo. Aprender com todos os outros matriculados e trocar experiências numa velocidade multidisciplinar. Enquanto no ensino tradicional o aluno busca o conhecimento do professor, no ensino não presencial o que importa são as relações realizadas durante os encontros virtuais e das trocas obtidas através dos recursos colaborativos tais como: chats, mensagens entre os alunos, fóruns de debates e listas de discussão. A aprendizagem se faz entre os aprendizes e em momentos muitas vezes sem a presença do professor. Neste grande paradigma temos mais experiências quando buscamos maior interação entre os aprendizes.
 TECNOLOGIAS TRADICIONAIS X TECNOLOGIAS INOVADORAS

Quadro verde, giz e saliva, depois quadro branco, canetas pretas, vermelhas, verdes, e logo em seguida, tecnologias que pouco a pouco vão dando lugar a uma parafernália de equipamentos eletrônicos multiplicando por mil as possibilidades de transmitir informações. Eis aí os novos ambientes de ensino e de aprendizagem. Recursos como fóruns, glossários, blogs, áudios, vídeos, sites de relacionamentos, sites de network, e-training através de celulares, educação corporativa baseada em comunicação à distância e uma infinidades de outros modelos, equipamentos, métodos, nos levam a um patamar de possibilidades educacionais nunca antes vista na história da humanidade.

Referências:

1.    www.baguete.com.br › ColunasColunistasCláudio de Musacchio
A importância de instituições para a EAD no Brasil
            A história da EAD no Brasil pode ser dividida em três momentos: um da fase inicial, um intermediário e outro da era mais moderna.
            Na primeira, os aspectos positivos ficam por conta das Escolas Internacionais (1904), que representam o ponto-de-partida de tudo, seguindo-se a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (1923), ambas já comentadas anteriormente.
            Extraordinária importância tiveram dadas (e permanecem tendo até os dias de hoje) o Instituto Monitor (1939) e o Instituto Universal Brasileiro (1941). As duas entidades definiram públicos certos e capacitaram brasileiros para o mercado de trabalho, no segmento da educação profissional básica. Podemos enquadrá-las, junto com algumas outras, na época intermediária.
            No campo da educação superior, a Universidade de Brasília (1973) constituiu-se como uma base para programas de projeção, entretanto o movimento militar responsável pelo regime ditatorial que vigorou por muitos anos restringiu a autonomia e sepultou boas iniciativas.
            Já na era mais moderna não podemos deixar de registrar três organizações que influenciaram de forma decisiva na história: a Associação Brasileira de Tecnologia Educacional, o Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação e a Associação Brasileira de Educação a Distância.
            A ABT foi criada em 1971 por um grupo de profissionais da área de radiodifusão. Congregou, logo de início, os mais importantes brasileiros e estrangeiros que atuavam nas tecnologias aplicadas à educação, realizando a série dos Seminários Brasileiros de Tecnologias Educacionais e editando a revista Tecnologia Educacional. As duas atividades permanecem até hoje sendo feitas, podendo ser vistos, em seu Centro de ocumentação, os resultados de trinta e sete eventos e mais de cento e setenta números do periódico.
            Muitas políticas públicas brasileiras foram debatidas e definidas com a contribuição da Associação, que também foi a pioneira nos programas de pós-graduação a distância.
            Em 1980, o Governo Federal a credenciou para ministrar "Cursos de Pós-graduação lato sensu de forma não convencional, através de ensino tutorial". Segundo a legislação da época, os credenciamentos eram analisados pela CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior e definidos pelo Conselho Federal de Educação, após acompanhamento da Secretaria de Ensino Superior do MEC.
            O parecer nº 891, aprovado pelo CFE em 7 de agosto de 1980, possibilitou o funcionamento de doze cursos, distribuídos em cinco áreas de conhecimento. A autorização foi dada por dois anos e mais tarde prorrogada por mais dezoito meses.

            Em 1985 o Conselho registra o sucesso da empreitada, por meio do Parecer nº 295. Não obstante, impede o prosseguimento do projeto até que fosse estabelecida uma norma específica por parte da SESu e da CAPES.

            Como essa norma até hoje não foi editada, o programa não continuou.

Referências:


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vídeos interessantes




Vídeos interessantes:


VANTAGENS DA EDUCAÇÃO ONLINE DE EAD


As tecnologias na sala de aula



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